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Homenagem de Tulia Saldanha para Vostell, Coimbra, 1982

Tulia Saldanha (Macedo de Cavaleiros, 1930-1988) desenvolve entre final dos anos 60 e durante os anos 80, um trabalho conceptual e experimental. Sem formação artística prévia, juntou-se ao CAPC – Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, coincidindo o momento com grandes

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Homenagem de Tulia Saldanha para Vostell, Coimbra, 1982

Tulia Saldanha (Macedo de Cavaleiros, 1930-1988) desenvolve entre final dos anos 60 e durante os anos 80, um trabalho conceptual e experimental. Sem formação artística prévia, juntou-se ao CAPC – Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, coincidindo o momento com grandes

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AGAMBEN, Giorgio, O que é o Contemporâneo? e outros ensaios

“Ainda que algumas correntes do pensamento contemporâneo postulem meios de reprodução e manutenção do mecanismo político, sugerindo o acolhimento dessa situação e aceitação de uma humanidade que não encontra outras tarefas históricas senão na sua autogestão (seja por meio dos

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AGAMBEN, Giorgio, O que é o Contemporâneo? e outros ensaios

“Ainda que algumas correntes do pensamento contemporâneo postulem meios de reprodução e manutenção do mecanismo político, sugerindo o acolhimento dessa situação e aceitação de uma humanidade que não encontra outras tarefas históricas senão na sua autogestão (seja por meio dos

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“memória é um silêncio que espera” – uma Elegia a Ana Hatherly, por António Barros 20-22 julho, CCB, Lisboa

A Memória é um Silêncio que Espera “O património do silêncio. Os livros acumulam-se pela casa. Cobrem as paredes, enchem as prateleiras dos armários. Aguardam-nos calados com suas páginas apertadas onde o pó e a humidade se infiltram. Disciplinados, exibem

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“memória é um silêncio que espera” – uma Elegia a Ana Hatherly, por António Barros 20-22 julho, CCB, Lisboa

A Memória é um Silêncio que Espera “O património do silêncio. Os livros acumulam-se pela casa. Cobrem as paredes, enchem as prateleiras dos armários. Aguardam-nos calados com suas páginas apertadas onde o pó e a humidade se infiltram. Disciplinados, exibem

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ObGesto Silente: um olhar em torno da retrospectiva [Progestos_Obgestos] 1978 – 2012 de António Barros

“As décadas de 1960-1970 ficaram marcadas por uma „atitude‟ artística neodadaísta que António Barros absorveu, mentorizou e esteticamente transformou. Tornando-se exímio criador de environments monocromáticos, ígneos e sepulcrais, onde o negro é o branco, o “branco-negro confiança” como o próprio

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ObGesto Silente: um olhar em torno da retrospectiva [Progestos_Obgestos] 1978 – 2012 de António Barros

“As décadas de 1960-1970 ficaram marcadas por uma „atitude‟ artística neodadaísta que António Barros absorveu, mentorizou e esteticamente transformou. Tornando-se exímio criador de environments monocromáticos, ígneos e sepulcrais, onde o negro é o branco, o “branco-negro confiança” como o próprio

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Fluxus em Portugal (?) – in-progress#2

1.000.011º Aniversário da Arte, 1977 [CEMES/Isabel Alves] “A partir de uma ideia de Robert Filliou, em 17 de Janeiro de 1974, Ernesto de Sousa organizou com o Circulo de Artes Plásticas de Coimbra, uma festa comemorativa do 1.000.011º Aniversário da

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Fluxus em Portugal (?) – in-progress#2

1.000.011º Aniversário da Arte, 1977 [CEMES/Isabel Alves] “A partir de uma ideia de Robert Filliou, em 17 de Janeiro de 1974, Ernesto de Sousa organizou com o Circulo de Artes Plásticas de Coimbra, uma festa comemorativa do 1.000.011º Aniversário da

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Ernesto de Sousa entrevistado sobre o mixed-media “Almada, Um Nome de Gerra”, 1970

“Efectivamente eu não estou a fazer um filme. Foi dada grande projecção à parte musical para que  […] o filme (que não é filme) seja espécie de meditação, de participação do público, sobre os factos referentes ao Almada Negreiros, obra

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Ernesto de Sousa entrevistado sobre o mixed-media “Almada, Um Nome de Gerra”, 1970

“Efectivamente eu não estou a fazer um filme. Foi dada grande projecção à parte musical para que  […] o filme (que não é filme) seja espécie de meditação, de participação do público, sobre os factos referentes ao Almada Negreiros, obra

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Fluxus em Portugal [?] – in-progress#1

“A arte entendida como o discurso plural per se – por que mais do que dizer, interpela – permite-nos (re)pensar o mundo na sua possibilidade comunicacional e ser laboratório de ideias. Talvez, por isso, o Fluxus classificado etimologicamente como ‘fluir’,

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Fluxus em Portugal [?] – in-progress#1

“A arte entendida como o discurso plural per se – por que mais do que dizer, interpela – permite-nos (re)pensar o mundo na sua possibilidade comunicacional e ser laboratório de ideias. Talvez, por isso, o Fluxus classificado etimologicamente como ‘fluir’,