Author Archives: Sónia Pina

About Sónia Pina

Investigadora em Filosofia da Comunicação, New-media, Old-media, Ontologias digitais, Fluxus, Visualismo, Info-estética (protocolos visuais da comunicação), Intermedialidades na arte;
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VERBIVOCOVISUAL Poesia concreta e experimental portuguesa de 1960 a 1975 – ZDB

De 12 de Fevereiro a 15 de Abril VERBIVOCOVISUAL propõe uma retrospectiva sobre a primeira geração de poetas experimentais portugueses. Com algumas incursões no final dos anos 50 mas centrada no período compreendido entre 1960 e 1975, esta mostra integra

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VERBIVOCOVISUAL Poesia concreta e experimental portuguesa de 1960 a 1975 – ZDB

De 12 de Fevereiro a 15 de Abril VERBIVOCOVISUAL propõe uma retrospectiva sobre a primeira geração de poetas experimentais portugueses. Com algumas incursões no final dos anos 50 mas centrada no período compreendido entre 1960 e 1975, esta mostra integra

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Merce Cunningham: Common Time Feb 11–Apr 30, 2017 – exhibition

Merce Cunningham: Common Time is a major retrospective exhibition organized by the Walker Art Center that is appearing simultaneously at the Walker and the MCA. Merce Cunningham (American, 1919–2009) was a seminal figure in modern dance, revolutionizing performance through his

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Merce Cunningham: Common Time Feb 11–Apr 30, 2017 – exhibition

Merce Cunningham: Common Time is a major retrospective exhibition organized by the Walker Art Center that is appearing simultaneously at the Walker and the MCA. Merce Cunningham (American, 1919–2009) was a seminal figure in modern dance, revolutionizing performance through his

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a n t ó n i o b a r r o s: Vulto Limite . Contributos para uma cronografia

António Barros na sua exposição na Casa da Escrita, em Coimbra. (In Diário de Notícias, 1 Janeiro de 2013) “TrAdição/Traição consiste numa sequência de quatro textos aplicados sobre objecto em registo performático. A velatura do preto/branco prefigura o traje[1], aludindo

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a n t ó n i o b a r r o s: Vulto Limite . Contributos para uma cronografia

António Barros na sua exposição na Casa da Escrita, em Coimbra. (In Diário de Notícias, 1 Janeiro de 2013) “TrAdição/Traição consiste numa sequência de quatro textos aplicados sobre objecto em registo performático. A velatura do preto/branco prefigura o traje[1], aludindo

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Homenagem de Tulia Saldanha para Vostell, Coimbra, 1982

Tulia Saldanha (Macedo de Cavaleiros, 1930-1988) desenvolve entre final dos anos 60 e durante os anos 80, um trabalho conceptual e experimental. Sem formação artística prévia, juntou-se ao CAPC – Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, coincidindo o momento com grandes

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Homenagem de Tulia Saldanha para Vostell, Coimbra, 1982

Tulia Saldanha (Macedo de Cavaleiros, 1930-1988) desenvolve entre final dos anos 60 e durante os anos 80, um trabalho conceptual e experimental. Sem formação artística prévia, juntou-se ao CAPC – Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, coincidindo o momento com grandes

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AGAMBEN, Giorgio, O que é o Contemporâneo? e outros ensaios

“Ainda que algumas correntes do pensamento contemporâneo postulem meios de reprodução e manutenção do mecanismo político, sugerindo o acolhimento dessa situação e aceitação de uma humanidade que não encontra outras tarefas históricas senão na sua autogestão (seja por meio dos

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AGAMBEN, Giorgio, O que é o Contemporâneo? e outros ensaios

“Ainda que algumas correntes do pensamento contemporâneo postulem meios de reprodução e manutenção do mecanismo político, sugerindo o acolhimento dessa situação e aceitação de uma humanidade que não encontra outras tarefas históricas senão na sua autogestão (seja por meio dos

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“memória é um silêncio que espera” – uma Elegia a Ana Hatherly, por António Barros 20-22 julho, CCB, Lisboa

A Memória é um Silêncio que Espera “O património do silêncio. Os livros acumulam-se pela casa. Cobrem as paredes, enchem as prateleiras dos armários. Aguardam-nos calados com suas páginas apertadas onde o pó e a humidade se infiltram. Disciplinados, exibem

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“memória é um silêncio que espera” – uma Elegia a Ana Hatherly, por António Barros 20-22 julho, CCB, Lisboa

A Memória é um Silêncio que Espera “O património do silêncio. Os livros acumulam-se pela casa. Cobrem as paredes, enchem as prateleiras dos armários. Aguardam-nos calados com suas páginas apertadas onde o pó e a humidade se infiltram. Disciplinados, exibem

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ObGesto Silente: um olhar em torno da retrospectiva [Progestos_Obgestos] 1978 – 2012 de António Barros

“As décadas de 1960-1970 ficaram marcadas por uma „atitude‟ artística neodadaísta que António Barros absorveu, mentorizou e esteticamente transformou. Tornando-se exímio criador de environments monocromáticos, ígneos e sepulcrais, onde o negro é o branco, o “branco-negro confiança” como o próprio

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ObGesto Silente: um olhar em torno da retrospectiva [Progestos_Obgestos] 1978 – 2012 de António Barros

“As décadas de 1960-1970 ficaram marcadas por uma „atitude‟ artística neodadaísta que António Barros absorveu, mentorizou e esteticamente transformou. Tornando-se exímio criador de environments monocromáticos, ígneos e sepulcrais, onde o negro é o branco, o “branco-negro confiança” como o próprio